Quarta Parede


O lado mais íntimo da cruel Medeia

Publicado em Companhia, Evento por Jorge no / na Julho 10, 2009

A companhia As Boas Raparigas leva à cena, a partir de hoje, sexta-feira, mais um texto clássico. Partindo do original de Eurípides, "Medeia" é uma encenação de Luís Mestre para ver no Estúdio Zero, no Porto, quando forem 21.45 horas.

A peça centra-se numa figura sem dimensão mitológica mas com toda a carga de crueldade que Eurípides quis dar-lhe, ao criar um novo tipo de personagem na tragédia grega: uma mulher repudiada pelo marido, uma estrangeira perseguida e expulsa, uma mãe que mata os próprios filhos. Numa só expressão, "Medeia é uma mulher cruel", atira Luís Mestre, que dirige um conjunto de actores "muito ecléctico e com respirações muito diferentes". São eles Maria do Céu Ribeiro, Daniel Pinto, Nuno Cardoso e Carla Miranda.

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Medeia, a partir de Eurípides

Publicado em Companhia, Evento por Jorge no / na Julho 8, 2009
“Sei que crimes vou cometer, mas a cólera é mais forte que minha vontade.”
Medeia
Porto
1º Fase da Carreira
De 10 a 26 de Julho no Estúdio Zero
Terça a Sábado às 21h45
Domingo às 16h
2º Fase da Carreira
De 18 a 30 de Setembro no Estúdio Zero
Terça a Sábado às 21h45
Domingo às 16h
M/12
MEDEIA
a partir de Eurípides
Encenação│ Luís Mestre
Tradução│ Maria Helena Pereira
Cenografia│ As Boas Raparigas e Luís Mestre
Design de Luz│ Joana Oliveira*
Sonoplastia│ Luís Aly
Figurinos │ As Boas Raparigas
Elenco│
Carla Miranda
Daniel Pinto
Maria do Céu Ribeiro
Nuno Cardoso
*Aluna em Prova de Aptidão Profissional do Curso de Luz, Som e Efeitos Cénicos da Academia Contemporânea do Espectáculo
Sinopse
Medeia, princesa da distante Cólquida, (hoje Geórgia) descendente do Sol, apaixonada por Jasão, traiu a sua família e abandonou a terra natal, auxiliando o seu amado e a expedição dos argonautas a conquistarem o velo (pêlo de carneiro) de ouro. Quando, anos mais tarde, depois de terem constituído família e se terem instalado na Grécia, Jasão anuncia que pretende desposar uma princesa local para aumentar o seu prestígio e influência, Medeia, para vingar o ultraje de Jasão, serve-se da astúcia e de conhecimentos mágicos, e arquitecta o assassinato da noiva e de seus próprios filhos.
Medeia
Com o poeta Eurípides, a tragédia grega ganhou novos elementos. Eurípides soube pintar as paixões humanas como nenhum dos dramaturgos gregos anteriores. Em Medeia (431 a.C.), apresentou o retrato psicológico de uma mulher carregada de amor e ódio. Medeia representa um novo tipo de personagem na tragédia grega: esposa repudiada e estrangeira perseguida, ela revolta-se contra o mundo que a rodeia, rejeitando o conformismo tradicional. Tomada de uma fúria terrível, mata os filhos que teve com o marido, para se vingar dele. É uma das figuras femininas mais impressionantes da dramaturgia universal.
Estúdio Zero – Rua do Heroísmo, 86 (Metro do Heroísmo)
INFORMAÇÕES E RESERVAS
225 373 265
asboasraparigas@gmail.com
estudio0.blogspot.com

Sei que crimes vou cometer, mas a cólera é mais forte que minha vontade.
Medeia

Medeia, princesa da distante Cólquida, (hoje Geórgia) descendente do Sol, apaixonada por Jasão, traiu a sua família e abandonou a terra natal, auxiliando o seu amado e a expedição dos argonautas a conquistarem o velo (pêlo de carneiro) de ouro. Quando, anos mais tarde, depois de terem constituído família e se terem instalado na Grécia, Jasão anuncia que pretende desposar uma princesa local para aumentar o seu prestígio e influência, Medeia, para vingar o ultraje de Jasão, serve-se da astúcia e de conhecimentos mágicos, e arquitecta o assassinato da noiva e de seus próprios filhos.

Com o poeta Eurípides, a tragédia grega ganhou novos elementos. Eurípides soube pintar as paixões humanas como nenhum dos dramaturgos gregos anteriores. Em Medeia (431 a.C.), apresentou o retrato psicológico de uma mulher carregada de amor e ódio. Medeia representa um novo tipo de personagem na tragédia grega: esposa repudiada e estrangeira perseguida, ela revolta-se contra o mundo que a rodeia, rejeitando o conformismo tradicional. Tomada de uma fúria terrível, mata os filhos que teve com o marido, para se vingar dele. É uma das figuras femininas mais impressionantes da dramaturgia universal.

De 10 a 26 de Julho no Estúdio Zero
De 18 a 30 de Setembro no Estúdio Zero
Terça a Sábado às 21h45
Domingo às 16h

M/12

Encenação: Luís Mestre
Tradução: Maria Helena da Rocha Pereira
Cenografia: As Boas Raparigas e Luís Mestre
Design de Luz: Joana Oliveira
Sonoplastia: Luís Aly
Figurinos: As Boas Raparigas
Elenco: Carla Miranda, Daniel Pinto, Maria do Céu Ribeiro, Nuno Cardoso

Estúdio Zero – Rua do Heroísmo, 86 (Metro do Heroísmo)
225 373 265
asboasraparigas@gmail.com
estudio0.blogspot.com

Peça de sete actos e sete pratos para ver à mesa no Porto

Publicado em Companhia, Evento por Jorge no / na Julho 8, 2009

Um restaurante, uma companhia de teatro e um chefe juntam-se todas as sextas-feiras, até Setembro, na Praia da Luz, no Porto, para levar à cena Os Sete Actos do Pecado da Gula. Esta fusão entre cozinha científica e teatro resulta num jantar em que o cliente pode saborear um menu de degustação enquanto assiste a uma peça que conta a história de um concurso entre três chefes, um francês, um italiano e um português.

A ideia do chefe Luís Américo partiu do conceito de um jantar como evento gerador de emoções e sensações, em que os protagonistas da história são os pratos, mas que pretende ser mais do que uma refeição. Para isso contou com a criatividade do Teatro da Palmilha Dentada, que escreveu e encenou a peça a partir do menu seleccionado pelo chefe.

Dos sete pratos do menu, embora todos mereçam notas positivas dos espectadores, é o primeiro, A gema do ovo de ouro, aquele que mais reacção provoca na sala. "Parece uma coisa, mas depois é outra. Foi o meu preferido por isso", diz Maria José, que considera a experiência divertida. Presunto com caviar de melão, bacalhau com puré de feijão-preto e vieiras cozinhadas em balão de café são os pratos que se seguem.

Jorge Neto, o actor que desempenha os quatro papéis da peça – mais conhecido por ser o "Rato" na saga de filmes Balas e Bolinhos -, teve que aprender a confeccionar alguns dos pratos. O actor interessou-se pela ideia quando foi contactado pela companhia de teatro, da qual se assume como admirador, e porque gosta destes desafios mais "experimentais". "É uma peça só com um actor, mas acaba por ser uma grande produção porque cerca de 15 pessoas estão envolvidas no processo." O espectáculo-refeição custa 40 euros.

 

Público

La Marmita no Fringe Festival

Publicado em Companhia, Festival por Jorge no / na Julho 1, 2009

A companhia de Vila Nova de Gaia La Marmita, dirigida por Andrea Gabilondo, vai estar presente no Fringe Festival de Edimburgo com o espectáculo “Telenovela: Afternoon Soap“.

O Fringe Festival é o maior festival de artes performativas do mundo, decorre entre 7 e 31 de Agosto e abrange quase 1000 espectáculos na sua edição de 2009.

A Asa e A Casa, de Teresa Rita Lopes

Publicado em Companhia, Evento, Infância por Jorge no / na Julho 1, 2009

A Asa e a Casa conta a história do encontro entre um bonecreiro saltimbanco que anda de praia em praia e uma vendedeira de bolos que desce da serra até à praia para vender os seus deliciosos doces. Ele leva às costas a barraquinha de fantoches carregada de sonhos, ela leva à cabeça o cesto carregado de guloseimas. Ele percorre o mundo, ela vive no campo; não só não se conhecem, como cada um desconhece a forma de vida do outro.

A Asa e A Casa
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Espectáculo de Teresa Rita Lopes, no Museu Nacional Soares dos Reis
Sábado, 27 de Junho | 16h00 uma nova estreia para o público em geral
O Pé de Vento repõe A Asa e A Casa, de Teresa Rita Lopes, no Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto (Rua D.Manuel II). O espectáculo, para maiores de 6 anos, é encenado por João Luiz e estará em cena de 26 de Junho a 26 de Julho.
A Asa e a Casa conta a história do encontro entre um bonecreiro saltimbanco que anda de praia em praia e uma vendedeira de bolos que desce da serra até à praia para vender os seus deliciosos doces. Ele leva às costas a barraquinha de fantoches carregada de sonhos, ela leva à cabeça o cesto carregado de guloseimas. Ele percorre o mundo, ela vive no campo; não só não se conhecem, como cada um desconhece a forma de vida do outro.
O espectáculo tem encenação de João Luiz, cenografia de João Calvário, figurinos de Susanne Rösler, desenho de luz de Rui Damas e movimento de Ruben Marks.
Rui Spranger e Sónia Correia interpretam o bonecreiro e a vendedeira. Blandino é o músico.
A Asa e A Casa estreou em Julho de 2003, no Núcleo Rural do Parque da Cidade. Nesse ano, viajou até à Figueira da Foz e até à Galiza, Espanha. Em Março de 2004 o espectáculo foi apresentado no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, a propósito do lançamento da obra homónima de Teresa Rita Lopes. E nesse Verão voltou ao parque da cidade do Porto. Em Junho e Julho de 2005 foi apresentada na Biblioteca Municipal Almeida Garrett, no Porto.
Estará agora em cena com sessões para o público em geral aos sábados e domingos, às 16h00. As sessões para o público escolar terão lugar terças-feiras de tarde, às 15h00, e de quarta a sexta-feira, às 11h00 e 15h00.

Preço dos bilhetes: €4,50 crianças e €6,00 adulto. Grupos de 10 pessoas,

€3,40 cada.

Reservas através de contacto para o Teatro da Vilarinha.

O Pé de Vento repõe A Asa e A Casa, de Teresa Rita Lopes, no Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto (Rua D.Manuel II). O espectáculo, para maiores de 6 anos, é encenado por João Luiz e estará em cena de 26 de Junho a 26 de Julho.

O espectáculo tem encenação de João Luiz, cenografia de João Calvário, figurinos de Susanne Rösler, desenho de luz de Rui Damas e movimento de Ruben Marks.

Rui Spranger e Sónia Correia interpretam o bonecreiro e a vendedeira. Blandino é o músico.

Estará agora em cena com sessões para o público em geral aos sábados e domingos, às 16h00. As sessões para o público escolar terão lugar terças-feiras de tarde, às 15h00, e de quarta a sexta-feira, às 11h00 e 15h00.

Preço dos bilhetes: €4,50 crianças e €6,00 adulto. Grupos de 10 pessoas, €3,40 cada.

Reservas através de contacto para o Teatro da Vilarinha.

Onde Vamos Morar, a partir de José Maria Vieira Mendes

Publicado em Evento por Jorge no / na Julho 1, 2009

1-4 de Julho
21h30
Balleteatro

Ler em Voz Alta

Publicado em Leituras por Jorge no / na Junho 17, 2009

António Fonseca diz os dois primeiros cantos de Os Lusiadas.

Sexta-Feira , 19 de Junho, às 23h00.

na Garagem da Central do Freixo*

Rua do Freixo, nº1071 Porto

Entrada Livre

Organização: Panmixia

Comunicado do Festival em Campo Benfeito

Publicado em Companhia, Festival por Jorge no / na Junho 16, 2009

Companhias de teatro lamentam ausência da DGArtes e recomendam medidas aos decisores políticos

Comunicado:

«Terminou hoje, em Campo Benfeito, o III Festival das Companhias Descentralizadas, organizado pelo Teatro de Montemuro e que contou com a participação das outras cinco companhias de teatro profissional que integram a Plataforma das Companhias: A Escola da Noite (Coimbra), ACTA (Algarve), Centro Dramático de Évora, Companhia de Teatro de Braga e Teatro das Beiras (Covilhã).
(…)
A ideia do Festival das Companhias surgiu em 2005, na sequência dos contactos que vinham sendo estabelecidos entre estas seis companhias, organizadas informalmente numa Plataforma de debate, intercâmbio e colaboração. Para além de potenciar o conhecimento do trabalho que as suas congéneres vão realizando (objectivo a que estas seis companhias continuam a atribuir a maior importância), ele permite, de acordo com a lógica de rotatividade que vem seguindo, que as companhias de cada cidade apresentem aos seus públicos, de uma forma organizada, os espectáculos das estruturas de criação que com elas partilham este projecto.
(…)

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Acende a Noite, de José Caldas

Publicado em Uncategorized por Jorge no / na Junho 9, 2009
Acende a Noite, de José Caldas a partir da obra de Ray Bradbury, estreia sábado, 6 de Junho, às 21h30, no Teatro da Vilarinha, no Porto. O espectáculo, para maiores de 4 anos, fica em cena até 21 de Junho: sextas às 21h30; sábados às 16h00 e 21h30; e domingos às 16h00. À semana, estão previstos espectáculos para as escolas, sujeitos a marcação.
Um rapaz não gosta da noite. Ele ama todas as espécies de luzes e o sol amarelo. Seu quarto, no coração da noite, é o único iluminado em toda a cidade. Mas ele vê os outros rapazes que jogam à noite entre claro-escuro dos lampiões. Ele também gostava de jogar mas… Um dia chega a escuridão, uma menina que brinca com ele. Uma história para nos fazer reflectir sobre o nosso medo da sombra, do nosso lado mais escondido e inquietante, mas cheio de maravilhas insuspeitas.
O resumo é de José Caldas, que criou o espectáculo, livremente inspirado na obra de Ray Bradbury e com poemas de Jorge Sousa Braga. Em cena, José Caldas e os seus bonecos.
“Em criança eu gostava muito de brincar com bonecas”, conta. “Mas era terminantemente proibido. Bonecas era coisa de meninas. Como se o acto ameaçasse a nossa masculinidade inoculando o vírus do feminino. Ameaça que o poder do escuro, da noite, (yn) fizesse despertar no luminoso e quente (yang) masculino a parcela de mulher que habita o nosso selvagem coração. O curto conto de Bradbury nos inspirou a reinventar teatralmente este estranho e exaltante prazer de contactar com a nossa parcela feminina. Poder brincar livremente com bonecas/marionetas que representam o nosso duplo neste grande espelho interior e reflexivo que é o teatro. Entre a narração e vivência, entre o sonho e a realidade, penetramos no interior da terra, no reino das deusas mães, para reacender a escuridão intuída na infância e recusada no adulto mundo da razão.”
FICHA TÉCNICA
Acende a Noite, conto de Ray Bradbury
adaptação, encenação e interpretação José Caldas
cenografia José António Cardoso
bonecos Marta Silva
música e assistência de encenação Miguel Rimbaud
construção de cenografia Rui Azevedo
desenho de luz Equipa de Criação
operação de luz Artur Rangel
produção Quinta Parede
www.scholaris.info/quintaparedeUm rapaz não gosta da noite. Ele ama todas as espécies de luzes e o sol amarelo. Seu quarto, no coração da noite, é o único iluminado em toda a cidade. Mas ele vê os outros rapazes que jogam à noite entre claro-escuro dos lampiões. Ele também gostava de jogar mas… Um dia chega a escuridão, uma menina que brinca com ele. Uma história para nos fazer reflectir sobre o nosso medo da sombra, do nosso lado mais escondido e inquietante, mas cheio de maravilhas insuspeitas.

Um rapaz não gosta da noite. Ele ama todas as espécies de luzes e o sol amarelo. Seu quarto, no coração da noite, é o único iluminado em toda a cidade. Mas ele vê os outros rapazes que jogam à noite entre claro-escuro dos lampiões. Ele também gostava de jogar mas… Um dia chega a escuridão, uma menina que brinca com ele. Uma história para nos fazer reflectir sobre o nosso medo da sombra, do nosso lado mais escondido e inquietante, mas cheio de maravilhas insuspeitas.

Acende a Noite, de José Caldas a partir da obra de Ray Bradbury, às 21h30, no Teatro da Vilarinha, no Porto.

O espectáculo, para maiores de 4 anos, fica em cena até 21 de Junho: sextas às 21h30; sábados às 16h00 e 21h30; e domingos às 16h00. À semana, estão previstos espectáculos para as escolas, sujeitos a marcação.
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Última semana de B., a partir de Samuel Beckett

Publicado em Associação, Evento por Jorge no / na Junho 9, 2009

 

 O TEatroensaio apresenta na comemoração do seu primeiro aniversário a peça “B.” a partir de Samuel Beckett.
 
A peça estará em cena de 28 de Maio a 14 de Junho de 2009, de Quinta a Domingo às 21h30, na sala Blackbox do Cace Cultural do Porto (antiga central elécrica do Freixo)..
 
Com encenação de Pedro Estorninho e tradução de Inês Leite esta peça conta com a interpretação de Ana Vargas, Daniel Pinheiro, Inês Leite, Joana Mesquita, José Topa, Julieta Guimarães e Olinda Favas.
 
Ensaio de Imprensa: Quarta-feira 27 de Maio de 2009, 21h30 (Blackbox do Cace)

 

Para assinalar o seu primeiro anivesrário, o TEatroensaio apresenta a peça “B.” a partir de Samuel Beckett, até 14 de Junho, de quinta-feira a Domingo, às 21h30, no CACE Cultural do Porto.

  

Encenação: Pedro Estorninho
Tradução: Inês Leite
Interpretação: Ana Vargas, Daniel Pinheiro, Inês Leite, Joana Mesquita, José Topa, Julieta Guimarães e Olinda Favas.

Contactos:
Telemóvel: 918626345 / 937017575
E-mail: teatroensaio@gmail.com
teatroensaio-teatreia.blogspot.com

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