Curso Intensivo de Iniciação Teatral
Estão abertas as inscrições para o Curso Intensivo de Iniciação Teatral a decorrer entre Janeiro e Maio de 2009
no Cine-Teatro Constantino Nery.
Informações e Inscrições:
Teatro Municipal Constantino Nery
Avenida Serpa Pinto | Matosinhos
Idade: 18 a 30 Anos
Inscrições e frequência Gratuita
Horários: Segunda a Sexta | 18h30|20h30 / 21h15|23h00
Fins-de-semana com Actividades Paralelas OPTATIVAS.
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História de uma Gaivota e do Gato que a ensinou a voar, de Luis Sepúlveda, na Maia

À beira do vazio compreendeu o mais importante: que só voa quem se atreve a fazê-lo
Uma gaivota, vítima da poluição de uma maré negra, confia o seu pequeno ovo a um gato, chamado Zorbas, pedindo-lhe para cumprir três promessas: não comer o ovo; cuidar dele até nascer a gaivotinha; e, por fim, ensiná-la a voar. Zorbas pede então ajuda a três amigos (Colonello, Sabetudo e Barlavento) para tentar levar a cabo a estranha missão de cuidar da gaivotinha. Depois de passarem por muitos perigos para cumprirem as duas primeiras promessas, eles têm que recorrer a alguém muito especial para os ajudar a cumprir a terceira – ensiná-la a voar ! Mas, para isso, têm que quebrar o tabu dos gatos… (mais…)
O Dia Que Ficou Sempre De Noite, de António José Ferreira

O Dia Que Ficou Sempre De Noite é uma peça que aborda a temática da Ecologia e Sustentabilidade, onde se aprende a responsabilidade do ser humano para com o ambiente e a força do seu pensamento. Um espectáculo pensado especialmente para as crianças do primeiro ciclo e com conteúdos que podem ser aplicados ao projecto educativo anual das escolas.
Um espaço livre para dar asas à magia do teatro e à imaginação das crianças. Uma história contada por actores e marionetas para aprender a importância da água, da luz,das árvores e da vida em geral. (mais…)
É Assim na Cidade, a partir de José Sanchis Sinisterra

Apresentação da Companhia Pinipong
Texto a partir de Mau Dormir e É Assim na Cidade, de José Sanchis Sinisterra
Criação e Interpretação: Cátia Pereira, Lúcia Estêvão Lopes e Óscar Silva
Teatro da Vilarinha
28 de Novembro
21h30
Reservas: 918414307
Bilhete: 3 euros
A Visita, por Moncho Rodriguez

Uma visita às vilas e aldeias que Portugal vai abandonando e esquecendo aos poucos.
O Centro de Criatividade – Póvoa de Lanhoso (CCPL) abre um novo circuito para a descentralização teatral.
Com a criação do espectáculo “ A VISITA”, em co-produção com o Teatro Invisível de Lisboa, o CCPL lançou o desafio de uma parceria às Câmaras Municipais da região do Minho e terras de Barroso, com o objectivo de promoverem a criação de uma rede informal de colaboração, que incentive a circulação de novas produções artísticas na região, dando prioridade aos espectáculos que revelem novas linguagens da tradição ao contemporâneo.
Com a circulação do espectáculo “A VISITA”, criação e encenação do director Moncho Rodriguez, com interpretação do actor Pedro Giestas, o CCPL programou uma acção de informação e formação teatral. Trata-se de um Ensaio Didáctico, que acontece dias antes da apresentação do espectáculo, com o objectivo de proporcionar aos amadores de teatro de cada uma das localidade, a oportunidade de conhecerem, antecipadamente, os processos da montagem, dramaturgia, construção da personagem e todos os bastidores que formam o conjunto desta montagem teatral. (mais…)
Actor apoia críticos contra o seu próprio encenador
O conhecido actor britânico Pete Postlethwaite afirma-se de acordo com as críticas que acusam a encenação de Rei Lear em que participa como “trapalhona” e “auto-indulgente”.
Obscena 16/17
O último número, duplo, da revista Obscena está disponível online. Em grande destaque, o orçamento para a Cultura.
“Daydream” parte de Borges para o Carlos Alberto
Tendo por base a leitura do conto “As ruínas circulares”, do argentino Jorge Luís Borges, o Teatro de Ferro criou “Daydream”. A peça, que estreia esta quinta-feira, às 21.30 horas, no Carlos Alberto, no Porto, fica em cena até dia 30.
“Daydream” reflecte sobre o modo como projectamos os outros e como os prendemos dentro dos nossos sonhos. Por outro lado, assume uma ideia de círculo e de ruína que sempre esteve presente no trabalho do Teatro de Ferro. Partindo do conto de Borges, Regina Guimarães criou um texto que é interpretado por Igor Gandra e Carla Veloso, sem que haja uma relação linear narrativa imediata. (mais…)
O Frigorífico, de Copi
O Frigorífico
“Sou rica. Sou avarenta, isso rejuvenesce-me. Gasto fortunas em vestidos e cirurgias plásticas. Mudo de toilette vinte e quatro vezes por dia e de cada vez rejuvenesço uma hora! É o meu segredo”
O Teatro Plástico apresenta:
1 Patroa; 1 Criada; 1 Porteira; 1 Governanta; 1 Mordomo; 1 Cão; 1 Policia; 1 Mãe e 1 Dr.ª chamada Freud.
E por ordem de entrada em cena: Um telefone albino; um telefonema da Austrália; Duas violações (seguidas); Uma cloroformização (sem violação); Um editor falido; uma escritora ex-manequim; Uma cigana voyeurista; um detective à procura de filme; um cão Afegão com incontinência urinária; uma psicanalista com incontinência verbal e temperamento insuflável; uma mamã alcoólica com um fraco por negros e obras de caridade; uma morte seguida de ressurreição e… ratos, muitos ratos em debandada do Instituto Pasteur.
Treze anos após a estreia portuguesa em Setembro de 1995, o Teatro Plástico propõe-se revisitar o seu espectáculo inicial através de uma nova versão de “O Frigorífico” de Copi, espectáculo que constituiu o ponto de partida de uma estrutura teatral que ao longo da última década tem marcado a actividade cultural portuense.
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Daydream, de Regina Guimarães

O desígnio que o guiava não era impossível, se bem que sobrenatural. Queria sonhar um homem: queria sonhá-lo com uma integridade minuciosa e impô-lo à realidade.
Tomando como ponto de partida uma memória da leitura de “As Ruínas Circulares”, de Jorge Luis Borges, Daydream lança o espectador num teatro, templo ou oficina consagrada à tarefa exclusiva de sonhar. Ou antes: de modelar a matéria de que são feitos os sonhos, tarefa – garante Borges – “mais árdua que tecer uma corda de areia ou que cunhar o vento sem cara”. A parábola do escritor argentino desencadeou no Teatro de Ferro um regresso às origens – o trabalho de pesquisa e experimentação de marionetas –, fazendo de Daydream a ocasião propícia para explorar a marioneta como duplo, interlocutor e objecto plástico, e recolocar a questão do seu enigmático relacionamento com o actor/manipulador. Reconhece Igor Gandra: “Adão, Pinóquio e até Frankenstein podem ter lugar nesta aventura”. (mais…)