Quarta Parede


Obscena 8 online

Publicado em Publicação por Jorge em Dezembro 28, 2007

 

Já está disponível o número 8 da Revista Obscena.

Requiem Para Três que se Foram

Publicado em Companhia, Evento por Jorge em Dezembro 28, 2007

Requiem Para Três que se Foram

Textos:
Dário Pais
Hélder Guimarães
Nuno Preto
Valdemar Santos

Com:
Nuno Preto
Patricia Queirós
Pedro Frias
Sara Costa

Luz e Som:
Francisco Teles

27 e 28 de Dezembro
Tertúlia Castelense
Castêlo da Maia
Pelas 23 Horas

Produção: Mau Artista

Boca de Cena – Teatro Jantar

Publicado em Companhia, Evento por Jorge em Dezembro 20, 2007

Em comemoração dos 20 anos do Teatro de Marionetas do Porto, esta companhia apresenta Boca de Cena, uma peça de Teatro-Jantar, que proporciona aos seus clientes o seguinte…

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Sopa trágica
Espetada de vegetais baby
Arroz exótico em cama de abacaxi
Delícia de frutos suspensos
Bolo da Paixão
Café

Preço único 20€ (5€ bilhete + 15€ jantar)

Mosteiro de São Bento da Vitória
[14 - 22 Dezembro 2007]
[2 - 27 Janeiro 2008]

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Macbeth, de William Shakespeare

Publicado em Evento por Jorge em Dezembro 11, 2007

Uma mulher embala um berço vazio, outra mulher mergulha as mãos numa velha bacia, três mulheres especadas em frente a um espelho, um homem transporta as chaves para o asilo, parece ser ele o responsável.

Outro homem sentado junto a um rádio, a tentar descobrir se a guerra já terminou. Uma criança em fuga, ela é inimiga do estado. Estas são as vidas tocadas pelo poder de Macbeth.

Usando apenas o texto original, esta nova perspectiva da viagem de Shakespeare ao âmago da escuridão, observa a guerra através das personagens afectadas por ela, não pelos seus heróis oficiais.

ESMAE | 3º ANO DO CURSO DE TEATRO
11 a 15 de Dezembro às 21h30 – 16 de Dezembro às 18h
PORTO – TEATRO HELENA SÁ E COSTA (THSC)

Portogofone (II) – Abre hoje

Publicado em Evento, Instituição, Recortes por Jorge em Dezembro 6, 2007

William Nadylam faz música de elevador no primeiro dos quatro dias europeus do teatro

Conferência de Imprensa, de Alvaro Garcia de Zúñiga, abre hoje o Portogofone

William Nadylam foi o Hamlet mais extraordinário que se viu no início da década e foi assim que ficou, para memória futura: como o Hamlet de Peter Brook. Agora que está no Porto para ser o actor total de Conferência de Imprensa (e ser o actor total implica responder a todas as perguntas, eventualmente até marchar ao som delas, e acreditar até ao fim que não há business como o show business) ele pode continuar a ser extraordinário.
Hoje, amanhã e depois – sempre às 20h, no Mosteiro de S. Bento da Vitória, no Porto – vamos ouvir Nadylam em loop a dizer coisas que já ouvimos na vida real (também tivemos as nossas picaretas falantes). Coisas como “precisamos de fazer cortes”, “uma promessa não é um compromisso”, “seria prematuro eu avançar alguma coisa sobre o assunto” e “é o sistema, acontece cada vez mais, não podemos fazer nada”. Vamos ouvi-lo a repetir isso e provavelmente vamos acreditar, como quem acredita em música de elevador. Não a música de elevador que ouvimos no elevador – estamos a falar da música de elevador que ouvimos nos corredores do poder (já ninguém acredita nela, mas que ainda a há, há).
William Nadylam sozinho durante uma hora, a ouvir perguntas imaginárias e a dar respostas que não dizem nada. É o círculo vicioso do poder, explica Alvaro Garcia de Zúñiga, o dramaturgo e compositor português (mas de Montevideu) que escreveu este monólogo para o corpo e a voz de Nadylam: “Conheci-o em palco, vi-o a fazer um Hamlet e depois encontrámo-nos num jantar. Falámos muito e passei os dias seguintes a mostrar-lhe Lisboa ["os azulejos, o bacalhau", interrompe o actor francês, mas dos Camarões]. Algum tempo depois, não sei exactamente quando, disse-lhe que tinha vontade de fazer uma peça sobre o poder. Ele gostou da ideia e partimos para este solo.” (mais…)

O Aquário, a partir de Patrick Marber

Publicado em Companhia, Evento por Jorge em Dezembro 5, 2007

O Aquário

A partir de Closer de Patrick Marber

Como é que nos lembramos do amor? O que fazemos com o que resta?  Como é que lidamos com a irracionalidade do desejo? Espreitamos pelo buraco de fechadura de relações humanas que tendem mais para a pornografia do que para a poesia. Quase nunca se faz o que é certo, e para fazer o que é certo, quase sempre se tem que passar pelo que é errado. O coração é muito honesto aqui, não é romântico, apenas visceral. Sabemos como as pessoas podem dizer uma coisa e significar outra, como as pessoas podem ser cruéis para aqueles que as amam, quando o seu próprio amor morreu.
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Portogofone com duas estreias e debate sobre a criação europeia

Publicado em Evento, Festival, Instituição por Jorge em Dezembro 5, 2007

Duas estreias mundiais, Turismo Infinito, a partir de textos de Fernando Pessoa, e Conferência de Imprensa, de Alvaro García Zúñiga, marcam a segunda edição do Portogofone, que abre amanhã e se prolonga até domingo. Manuel Maria Carrilho, antigo ministro da Cultura, e Rod Fisher, director do International Intelligence on Culture, são dois dos convidados das mesas-redondas sobre a criação na construção europeia, que decorrem em paralelo, no Mosteiro de São Bento da Vitória.

Durante quatro dias, o Porto acolhe membros das duas maiores redes teatrais europeias, que representam cerca de 70 teatros públicos de 27 países, e apresenta, além de duas estreias, espectáculos em diversos espaços da cidade. A primeira estreia, Conferência de Imprensa, uma produção de Teatro Nacional de S. João (TNSJ) está marcada para amanhã, às 20.00, no Mosteiro de São Bento da Vitória.
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