Babine, o Parvo, no Palácio de Cristal
Um parvo houve por bem
Ir correr a Rússia a fundo
Para ver se via o mundo
E dar nas vistas também…
O Teatro Art’ Imagem volta a levar à cena a peça infantil Babine, o Parvo, de Leão Tolstói, com tradução de Luíza Neto Jorge, encenação de José Leitão e interpretação de Anabela Nóbrega, Ângela B. Marques, Pedro Carvalho e Valdemar Santos.
No Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garret, Jardins do Palácio de Cristal, Porto, de 1 a 10 de Dezembro, pelas 15 horas.
Pela Criação de um Regime Laboral e Direitos Sociais para Artistas
Petição dos artistas e profissionais pela criação de um Regime Laboral e Direitos Sociais para o Trabalho Intermitente
Realizou-se no Teatro da Comuna no passado dia 27 de Novembro o lançamento desta petição para entrega na Assembleia da República. O objectivo é conseguir 4000 assinaturas para levar a petição a Parlamento e colocá-las na agenda política dos diversos partidos com assento parlamentar.
A iniciativa teve arranque auspicioso com a presença de mais de 400 pessoas no Café-Teatro da Comuna. Entre os presentes encontravam-se artistas de todas as áreas e técnicos de cinema, televisão, teatro, circo, dança…
Para assinar esta petição vá à página inicial de www.aipcinema.com onde encontra no lado esquerdo a palavra PETIÇÃO. Aí pode fazer download do formulário PDF, imprimir, assinar e solicitar a assinatura dos colegas. Quanto mais assinaturas recolher melhor. As assinaturas devem ser idênticas às do BI, incluir nome completo e n.º do BI. Depois envie o o impresso preenchido para:
PLATAFORMA INTERMITENTES
TRAVESSA DO FIGUEIREDO
Nº10 R/C DT0
1400-156 LISBOA
O interesse é de todos!
D. Juan, de Molière, volta ao Porto

D. Juan, de Molière, volta hoje ao Porto pelo ACE/Teatro do Bolhão até 17 de Dezembro, partindo depois em digressão por várias cidades do país.
A peça foi estreado em Abril de 2005 inserida na estratégia da companhia de apresentar “autores e textos nucleares da dramaturgia universal”.
D. Juan ou o Festim de Pedra representou Portugal na Mostra Internacional de Teatro (MITE 06) no Teatro Nacional Dona Maria II, em Junho de 2006, e o protagonista António Capelo foi nomeado para o Globo de Ouro na categoria de Melhor Actor de Teatro.
O texgo é encenado por Kuniaki Ida e interpretado por António Capelo (D. Juan), João Paulo Costa (Esganarelo), José Pinto (D.Luís), Sandra Salomé (Elvira) , entre outros.
É um espectáculo de cores fortes, algo barroco, em que o fogo se combina com o vermelho para expor a sensualidade do texto. É uma encenação de recorte mais clássico que a assinada por Ricardo Pais, mas com uma certa energia e intensidade que faltaram à obra mais experimental do director do Teatro Nacional S. João. António Capelo faz um D. Juan excepcional: carismático, arrogante, sedutor; um Mefistófeles que se compraz diante do abismo.
De 4.ª a sábado às 21h30 e domingos às 16h00
Outros lados – Pirandello na Culturgest

Em Vestir os nus, Pirandello faz certamente incidir uma luz premonitória sobre estes processos de vitimização tal como os conhecemos hoje na nossa famosa sociedade do espectáculo chegada ao estádio da “tele-realidade”. Enquanto “humorista” que provavelmente leu bem Ibsen, Pirandello não se pode impedir de escrutinar o caos íntimo dos seres reais por trás das belas imagens com as quais cada um quereria parecer-se, faz impiedosamente cair as suas máscaras sabendo sempre talvez que a sua nudez não dará por isso acesso à sua verdade… Sonda e aviva assim o nosso olhar de espectador – que gosta de se imbuir da infelicidade dos outros ou perfurar o seu segredo – com a intenção deliberada de não o satisfazer: quando a arte se propõe a ambição de deixar a vida surgir no que ela tem de informe e irredutível é o espectador que está nu.
Encenação: Stéphane Braunschweig
Pelo Teatro Nacional de Estrasburgo, com Cécile Coustillac (Ersilia Drei), Gilles David (Ludovico Nota), Hélène Schwaller (Madame Onoria), Thierry Paret (Alfredo Cantavalle), Antoine Mathieu (Franco Laspiga), Anne-Laure Tondu (Emma), Sharif Andoura (o cônsul Grotti)
Culturgest, Lisboa, 29 e 30 de Novembro
Novo Regime de Apoio às Artes
O Decreto e a Portaria que regulamentam o apoio às artes estão aqui.
Cesariny dramático

“Cornelius Macissus – Fernandus Pessoas, um judeu estrangeirado. Doutor em… em… nada
Salomé – Ah. Um poeta que não é letrado.
Matatias – Ainda não foi descoberto pela Judá Editora.”
Mário Cesariny de Vasconcelos (1923-2006), Um Auto para Jerusalém
Profissionais do espectáculo exigem fim da precariedade
Cumprem as obrigações regulares para a Segurança Social, prestam serviço regular a um empregador, mas, em caso de doença ou desemprego, não têm direito a qualquer apoio estatal. Revoltados com esta “injustiça gritante”, os profissionais do cinema, teatro, música, dança e outras artes do espectáculo reivindicam “a criação de um regime laboral e de segurança social que se adeqúe às especificidades do sector”.
Nas vésperas de o Governo legislar a matéria, as estruturas sindicais representativas do sector – ao todo, são 15 – puseram quezílias antigas de lado e adoptaram uma estratégia comum, a fim de sensibilizarem as entidades oficiais a pronunciarem-se sobre o assunto. Para já, o objectivo passa por recolher quatro mil assinaturas, tantas quantas a lei exige para que a petição seja discutida na Assembleia da República. (mais…)
Lançamento da Petição dos Profissionais do Espectáculo e do Audiovisual
As principais associações e sindicatos dos profissionais do cinema, do teatro, da música, da dança, do circo e de outras artes do espectáculo, unem-se pela primeira vez no nosso país para reivindicar a criação de um regime laboral e de segurança social que se adeqúe às especificidades do sector e preencha o vazio legal existente.
A Plataforma das Organizações Profissionais das Artes do Espectáculo e Audiovisual convoca a imprensa e todos os interessados a estarem presentes no próximo DIA 27 de NOVEMBRO, SEGUNDA-FEIRA, às 18h30 no Teatro da Comuna (Praça de Espanha, em Lisboa) para o lançamento de uma petição unitária que procura chamar a atenção para os nossos problemas, alertar, pressionar e colocar as nossas reivindicações na ordem do dia e na agenda politica dos nossos governantes. É nosso objectivo recolher 4000 assinaturas para que a petição seja lida e apreciada em plenário da Assembleia da República. A petição reivindica a criação de uma lei que enquadre a actividade profissional deste sector e que preveja a existência de contratos de trabalho e direitos sociais para o regime de trabalho intermitente de artistas e técnicos. Esta iniciativa é promovida pela plataforma constituída pelas seguintes organizações: AACI – Associação dos Artistas Comunitários Independentes, AIP – Associação de Imagem Portuguesa, Associação Novo Circo, ATC – Associação dos Técnicos de Cinema, Encontros do Actor, GDA – Gestão dos Direitos dos Artistas, Granular – Associação de Música Contemporânea, Movimento dos Intermitentes do Espectáculo e do Audiovisual, PLATEIA, REDE, RAMPA, Sindicato dos Músicos, SINTTAV- Sindicato Nacional dos Trabalhadores das Telecomunicações e Audiovisual e STE – Sindicato das Artes do Espectáculo.
É MUITO IMPORTANTE A PRESENÇA DE TODOS!
Via Coffee Paste
Seiva Trupe e Entretanto Teatro promovem curso de Teatro
Estão abertas as inscrições para a frequência do Curso de Teatro, de formação intensiva, em horário pós-laboral, cujas aulas terão lugar no Porto e em Valongo, organizado pela Seiva Trupe e Entretanto Teatro. Os interessados, de idades compreendidas entre os 18 e os 30 anos, poderão inscrever-se até ao próximo dia 30 do corrente mês, cuja admissão será feita depois de um teste a que serão submetidos. A frequência é gratuita e as informações poderão ser obtidas nos serviços administrativos da Seiva Trupe, no Teatro do Campo Alegre, ou no Entretanto Teatro em Valongo, no Centro Cultural do Campo.
Universo de Beckett em cena no TeCA até 10 de Dezembro
«Ir e Vir» (1967), «Um Fragmento de Monólogo» (1979), «Baloiço» (1981) e «Não Eu» (1973) são os quatro “dramatículos”, de Samuel Beckett a partir dos quais Nuno Carinhas encenou a peça «Todos os que Falam» que estreia, amanhã, no TeCA. Trata-se do segundo espectáculo programado pela Assédio – Associação de Ideias Obscuras para 2006 – ano de celebração do centenário do nascimento do dramaturgo irlandês – desta vez numa co-produção que envolve o Ensemble – Sociedade de Actores e o Teatro Nacional São João e que volta a reunir a equipa que, em 2005, apresentou «O Tio Vânia», de Anton Tchékhov. (mais…)